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O Tratado de Windsor (1386) em um contexto europeu

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O Tratado de Windsor (1386) em um contexto europeu

Por Malcolm Vale

Trabalho entregue em O Tratado de Windsor (1386) e 620 Anos de Relações Anglo-Portuguesas Conferência, realizada no St. Peter´s College, University of Oxford (2006)

Introdução: No início da noite de segunda-feira, 14 de agosto de 1385, entre 6 e 19 horas, uma derrota esmagadora foi infligida por um exército português a uma força castelhana numericamente muito superior e mais bem equipada. No curto espaço de pouco mais de uma hora, o estandarte real de Castela foi derrubado, e o exército de 20.000 ou mais forte do Rei Juan I se desintegrou sob uma saraivada de flechas e setas de besta, acompanhada por talho e corte com espadas machados, de cerca de 7.000 soldados sob o rei D. João I de Portugal. Muitos dos que conseguiram fugir do campo foram logo assassinados, ao tentarem fugir por terra, pelo campesinato português, pelo que o número de baixas castelhanas foi muito elevado. Se bem que o pôr-do-sol daquela noite estivesse nos olhos dos portugueses e dos seus aliados, também viria a definir, metaforicamente, as ambições do reino de Castela e Leão de esmagar o seu vizinho ocidental. A vitória em Aljubarrota foi descrita como um dos combates mais decisivos da guerra medieval. A independência do pequeno reino de Portugal foi assim preservada, em face da agressão e provável anexação, por seu vizinho maior e mais poderoso.


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