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Barco de pesca, Ceilão

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Barco de pesca, Ceilão

Esta foto atmosférica de guerra mostra um barco de pesca perto de uma praia no Ceilão.

Muito obrigado a Ken Creed por nos enviar essas fotos, que foram tiradas pelo tio de sua esposa, Terry Ruff, durante seu tempo com o No.357 Squadron, uma unidade de operações especiais que operava na Birmânia, Malásia e Sumatra.


O segredo mortal da armada invisível da China

Desesperados pescadores norte-coreanos estão indo para a praia como esqueletos por causa da maior frota ilegal do mundo.

Embarcações de pesca chinesas ancoradas na Ilha de Ulleung, na Coreia do Sul. (F & # xE1bio Nascimento)

Embarcações de pesca chinesas ancoradas na Ilha de Ulleung, na Coreia do Sul. (F & # xE1bio Nascimento)

Por Ian Urbina
22 de julho de 2020

NA COSTA DA COREIA DO SUL & # x2014 Os velhos barcos de madeira & # x201Cghost & # x201D navegam pelo Mar do Japão por meses, e sua única carga são os cadáveres de pescadores norte-coreanos famintos cujos corpos foram reduzidos a esqueletos. No ano passado, mais de 150 desses navios macabros chegaram à costa do Japão, e houve mais de 500 nos últimos cinco anos.

Durante anos, o terrível fenômeno mistificou a polícia japonesa, cujo melhor palpite é que a mudança climática empurrou a população de lulas para mais longe da Coreia do Norte, levando o país a distâncias perigosas dos pescadores desesperados da costa, onde ficam presos e morrem com a exposição. & # XA0

Mas uma investigação da NBC News, baseada em novos dados de satélite, revelou o que os pesquisadores marinhos agora dizem ser uma explicação mais provável: a China está enviando uma armada anteriormente invisível de barcos industriais para pescar ilegalmente em águas norte-coreanas, deslocando violentamente os barcos menores da Coreia do Norte e liderando um declínio nos estoques de lula outrora abundantes de mais de 70 por cento. & # xA0

Os navios chineses & # x2014 quase 800 em 2019 & # x2014 parecem estar violando as sanções & # xA0 da ONU que proíbem a pesca estrangeira em águas norte-coreanas. As sanções, impostas em 2017 em resposta aos testes nucleares do país & # x2019s, visavam punir a Coreia do Norte ao não permitir que ela vendesse direitos de pesca em suas águas em troca de valiosas moedas estrangeiras. & # XA0

& # x201Este é o maior caso conhecido de pesca ilegal perpetrada por uma única frota industrial operando em águas de outra nação & # x2019s & # x201D disse Jaeyoon Park, um cientista de dados do Global Fishing Watch, um grupo sem fins lucrativos de conservação do oceano global cofundado por Google, com sede em Washington. O grupo é especializado em inteligência artificial e satélites que, junto com uma equipe internacional de pesquisadores acadêmicos, descobriram a frota chinesa. & # XA0

Presença de navios detectados por satélite pescando nas águas da Coréia do Norte em 2018

Uma embarcação detectada por satélite

Evidência de violações de sanções

A China é membro do Conselho de Segurança da ONU, que assinou por unanimidade as recentes sanções norte-coreanas. Mas a flotilha que viola essa proibição representa quase um terço de toda a frota pesqueira chinesa em águas distantes, de acordo com o Global Fishing Watch.

Quando solicitado a comentar sobre a investigação, o Ministério das Relações Exteriores da China disse que & # x201CChina cumpriu de forma consistente e conscienciosa as resoluções do Conselho de Segurança relacionadas à Coreia do Norte. & # X201D O ministério acrescentou que a China & # x201C puniu consistentemente & # x201D pesca ilegal, mas não admitiu nem negou o envio de seus barcos às águas norte-coreanas.

Em março, dois países reclamaram anonimamente em um relatório às Nações Unidas sobre as violações da China e # x2019s dessas sanções e forneceram evidências dos crimes, incluindo imagens de satélite de navios chineses pescando nas águas da Coréia do Norte e depoimento de uma tripulação de pesca chinesa que disse que havia alertado seu governo sobre seus planos de pescar nas águas da Coréia do Norte. & # xA0

Os pesqueiros no Mar do Japão, conhecidos nas Coreias como Mar do Leste, estão entre as Coreias, Japão e Rússia e incluem algumas das águas mais contestadas do mundo e mal monitoradas. Até agora, a grande presença de barcos chineses nesta área estava em grande parte oculta, porque seus capitães desligam rotineiramente seus transponders, tornando-os invisíveis para as autoridades em terra. Na maioria das jurisdições, esse ato é ilegal.

A Global Fishing Watch e seus pesquisadores parceiros foram capazes de documentar essas embarcações, no entanto, usando vários tipos de tecnologia de satélite, incluindo uma que aponta luzes brilhantes à noite. Muitos barcos de lula usam luzes extremamente fortes para atrair suas presas para mais perto da superfície do oceano, tornando a lula mais fácil de pegar. Os chineses também usam os chamados arrastões & # x201Cpair, & # x201D, que consistem em dois barcos lado a lado com uma rede amarrada entre eles que varre os mares, que são mais fáceis de rastrear por satélite, pois os dois viajam juntos.

Além disso, alguns dos navios neste estudo mantiveram seus transponders do Sistema de Identificação Automática (AIS) ligados ao entrarem em águas norte-coreanas.

SHUNFA988 e SHUNFA998 estão entre os muitos "arrastões" lado a lado confirmados pela Global Fishing Watch. Ao analisar o sinal do Sistema de Identificação Automática (AIS) de cada navio e sobrepor as imagens ópticas diurnas, foi possível detectar que esses dois navios estavam envolvidos em atividades de pesca em águas norte-coreanas entre maio e junho de 2018.

Este mapa mostra as rotas desses dois navios do final de abril a julho de 2018, época em que a proibição anual de pesca estava em vigor nas águas chinesas. Os identificadores de satélite capturaram um total de 120 sinais em águas norte-coreanas desses dois arrastões.

& # x2018Vilas das viúvas & # x2019 na Coreia do Norte

Tantos norte-coreanos desapareceram no mar nos últimos anos que algumas cidades portuárias norte-coreanas, incluindo Chongjin ao longo da costa oriental do país & # x2019, agora são chamadas de & # x201Valeias & # x2019 vilas. & # X201D Nos últimos dois anos, mais de 50 corpos de norte-coreanos foram levados para as praias japonesas, de acordo com a Guarda Costeira Japonesa. & # xA0

O aumento sombrio desses barcos fantasmas que chegam à costa alimentou a paranóia e inflamou uma história tensa entre o Japão e a Coreia do Norte, levando alguns no Japão a especular que os barcos fantasmas estão transportando espiões, ladrões ou possivelmente até portadores de doenças contagiosas como armas. & # XA0

& # x201Se um navio coreano perdesse o rumo, seria destruído no momento em que pousasse em nossas praias & # x201D disse Kazuhiro Araki, CEO da Abduction Research Organization, um grupo marginal que estuda a história de centenas de cidadãos japoneses que foram supostamente sequestrados pela Coreia do Norte na década de 1970 e & # x55A80s. & # x201CMas alguns navios chegaram à nossa costa intactos e sem nenhum homem a bordo, e é & # x2019s possível que essas pessoas sejam espiões que conseguiram pousar. & # x201D

Um barco de madeira, que chegou à costa com oito corpos parcialmente esqueléticos, foi encontrado pela Guarda Costeira Japonesa em Oga, Prefeitura de Akita, Japão, em 27 de novembro de 2017. (arquivo Kyodo via Reuters)

Um barco de madeira, que chegou à costa com oito corpos parcialmente esqueléticos, foi encontrado pela Guarda Costeira Japonesa em Oga, Prefeitura de Akita, Japão, em 27 de novembro de 2017. (arquivo Kyodo via Reuters)

Um barco de pesca de nacionalidade desconhecida com lulas secando no telhado da Península de Noto, no Japão, em 7 de outubro de 2019. (The Yomiuri Shimbun via arquivo AP)

Um barco de pesca de nacionalidade desconhecida com lulas secando no telhado da Península de Noto, no Japão, em 7 de outubro de 2019. (O Yomiuri Shimbun via arquivo AP)

Policiais japoneses investigam um barco de madeira marcado com letras coreanas na ilha de Sado, no Japão, em 28 de novembro de 2012. Cinco corpos foram encontrados no barco, que foi parar nas rochas de uma praia da ilha. (Kyodo via arquivo Reuters)

Policiais japoneses investigam um barco de madeira marcado com letras coreanas na ilha de Sado, no Japão, em 28 de novembro de 2012. Cinco corpos foram encontrados no barco, que caiu nas pedras de uma praia da ilha. (Kyodo via arquivo Reuters)

Um barco de madeira em frente a um quebra-mar em Yurihonjo, Japão, em 24 de novembro de 2017. Ele chegou à costa carregando oito homens que afirmavam ser da Coreia do Norte. (Kyodo via arquivo Reuters)

Um barco de madeira em frente a um quebra-mar em Yurihonjo, Japão, em 24 de novembro de 2017. Ele chegou à costa carregando oito homens que afirmavam ser da Coreia do Norte. (Kyodo via arquivo Reuters)

Um barco de madeira, que chegou à costa com oito corpos parcialmente esqueléticos, foi encontrado pela Guarda Costeira Japonesa em Oga, Prefeitura de Akita, Japão, em 27 de novembro de 2017. (arquivo Kyodo via Reuters)

Um barco de madeira, que chegou à costa com oito corpos parcialmente esqueléticos, foi encontrado pela Guarda Costeira Japonesa em Oga, Prefeitura de Akita, Japão, em 27 de novembro de 2017. (arquivo Kyodo via Reuters)

Um barco de pesca de nacionalidade desconhecida com lulas secando no telhado da Península de Noto, no Japão, em 7 de outubro de 2019. (O Yomiuri Shimbun via arquivo AP)

Um barco de pesca de nacionalidade desconhecida com lulas secando no telhado da Península de Noto, no Japão, em 7 de outubro de 2019. (O Yomiuri Shimbun via arquivo AP)

Policiais japoneses investigam um barco de madeira marcado com letras coreanas na ilha de Sado, no Japão, em 28 de novembro de 2012. Cinco corpos foram encontrados no barco, que caiu nas pedras de uma praia da ilha. (Kyodo via arquivo Reuters)

Policiais japoneses investigam um barco de madeira marcado com letras coreanas na ilha de Sado, no Japão, em 28 de novembro de 2012. Cinco corpos foram encontrados no barco, que caiu nas pedras de uma praia da ilha. (Kyodo via arquivo Reuters)

Um barco de madeira em frente a um quebra-mar em Yurihonjo, Japão, em 24 de novembro de 2017. Ele chegou à costa carregando oito homens que afirmavam ser da Coreia do Norte. (Kyodo via arquivo Reuters)

Um barco de madeira em frente a um quebra-mar em Yurihonjo, Japão, em 24 de novembro de 2017. Ele chegou à costa carregando oito homens que afirmavam ser da Coreia do Norte. (Kyodo via arquivo Reuters)

Esta não é uma conclusão comum, no entanto, e a explicação mais provável é que esses coreanos são apenas pescadores mal equipados, correndo riscos desesperados e se aventurando muito longe da costa, de acordo com Jung-Sam Lee, um estudioso do Instituto Marítimo da Coreia e um dos os autores da nova pesquisa para Global Fishing Watch. Depois de serem agredidos por tufões ou presos por falha de motor, os pescadores estão sendo carregados pela corrente de Tsushima, que segue em direção ao nordeste da costa oeste do Japão, disse ele.

Cobertos de conchas e algas, esses barcos de madeira de fundo plano têm de 5 a 6 metros de comprimento e normalmente transportam de 5 a 10 homens. Eles não têm banheiros ou camas, apenas pequenos jarros de água limpa, redes de pesca e equipamentos, de acordo com relatórios de investigação da Guarda Costeira Japonesa. Eles ostentam bandeiras norte-coreanas esfarrapadas e seus cascos são frequentemente estampados com números pintados ou marcações em escrita coreana, incluindo "Departamento de Segurança do Estado" e "Exército do Povo Coreano".

Todos os corpos encontrados a bordo desses barcos fantasmas parecem ser machos, embora alguns estejam tão decompostos que os investigadores japoneses se esforçam para ter certeza. As tensões políticas entre os países e a falta de transparência no estado & # x201Chermit & # x201D da Coreia do Norte tornam difícil obter uma explicação oficial do fenômeno.

Barcos de pesca como navios de guerra

Em 2004, a China assinou um acordo de licença de pesca multimilionário com a Coréia do Norte que levou a um aumento drástico no número de barcos chineses em águas norte-coreanas. Mas as sanções internacionais impostas em 2017 em resposta aos lançamentos de mísseis balísticos intercontinentais e testes nucleares da Coréia do Norte tinham o objetivo de espremer fontes importantes de receita norte-coreana.

Um benfeitor de longa data da Coreia do Norte, a China assinou as sanções depois de ser pressionada pelos Estados Unidos e, em agosto de 2017, o ministro do comércio da China reiterou publicamente o compromisso de seu governo de fazer cumprir essas novas regras.

Os frutos do mar continuam sendo o sexto maior produto de exportação da Coreia do Norte e, em discursos recentes, o ditador do país, Kim Jong Un, pressionou a indústria estatal de frutos do mar a aumentar seu faturamento. & # XA0

& quotOs peixes são como balas e projéteis de artilharia & quot, disse um editorial do Rodong Sinmun, o jornal oficial do Partido dos Trabalhadores da Coreia no poder, em 2017. & quotOs barcos de pesca são como navios de guerra, protegendo o povo e a pátria. & quot.

O líder norte-coreano & # xA0Kim & # xA0Jong & # xA0Un & # xA0visita uma instalação de processamento & # xA0fish & # xA0 na Coréia do Norte, nesta imagem & # xA0undada divulgada pela Agência Central de Notícias da Coreia do Norte (KCNA) em 18 de novembro de 2019. (KCNA via arquivo Reuters)

O líder norte-coreano & # xA0Kim & # xA0Jong & # xA0Un & # xA0visita uma instalação de processamento & # xA0fish & # xA0 na Coréia do Norte, nesta imagem & # xA0undada divulgada pela Agência Central de Notícias da Coreia do Norte (KCNA) em 18 de novembro de 2019. (KCNA via arquivo Reuters)

Na esteira das sanções da ONU e conforme as reservas em moeda estrangeira diminuíram, o governo norte-coreano tentou fortalecer sua indústria pesqueira transformando soldados em pescadores, despachando esses marinheiros mal treinados para águas notoriamente turbulentas. As sanções também intensificaram a escassez de gasolina na Coréia do Norte. Investigadores japoneses disseram que alguns dos barcos de pesca coreanos que navegavam nas praias japonesas sofreram com o motor quebrado ou simplesmente ficaram sem combustível.

Desde 2013, pelo menos 50 sobreviventes foram resgatados desses barcos dilapidados, mas em entrevistas com a polícia japonesa, os homens raramente dizem mais do que estar presos no mar e que querem voltar para casa, na Coreia do Norte. As autópsias dos corpos encontrados nesses barcos geralmente indicam que os homens morreram de fome, hipotermia ou desidratação. & # XA0

Em 2013, os pescadores norte-coreanos eram limitados pela capacidade de seus motores de 12 cavalos e normalmente viajavam apenas várias dezenas de quilômetros de terra, disse um ex-pescador norte-coreano, que desertou para a Coreia do Sul em 2016 e agora vive em Seul. & # XA0

& # x201C A pressão do governo é maior agora, e existem motores de 38 cavalos de potência & # x201D disse o desertor, que falou sob condição de anonimato por temer repercussões para sua família. & # x201As pessoas estão mais desesperadas e podem ir para mais longe da costa. & # x201D

Mas os pesquisadores marinhos dizem que a pressão do governo norte-coreano não é o único fator. & # XA0

& # x201CCompetição dos arrastões industriais chineses está provavelmente deslocando os pescadores norte-coreanos, empurrando-os para as águas russas vizinhas, & # x201D disse Jung-Sam Lee, o estudioso cujo instituto também descobriu que centenas de embarcações norte-coreanas pescavam ilegalmente nas águas russas em 2018.

Em 2017, a Guarda Costeira japonesa também relatou ter visto mais de 2.000 barcos de pesca norte-coreanos pescando ilegalmente em suas águas. Em mais de 300 casos, a Guarda Costeira japonesa usou canhões de água para forçar esses barcos a deixar a área.

Um navio de patrulha da Guarda Costeira japonesa se aproxima de um barco de pesca norte-coreano para avisá-los para deixar as águas perto de Yamatotai, no Japão, no final de maio de 2019. (Guarda Costeira do Japão via arquivo AP)

Um navio de patrulha da Guarda Costeira japonesa se aproxima de um barco de pesca norte-coreano para avisá-los para deixar as águas perto de Yamatotai, no Japão, no final de maio de 2019. (Guarda Costeira do Japão via arquivo AP)

Pior classificado para pesca ilegal

Em todo o mundo, muitos tipos de peixes e criaturas marinhas estão desaparecendo a uma taxa insustentável devido às mudanças climáticas, à sobrepesca e à pesca ilegal por frotas industriais. À medida que esses estoques pesqueiros diminuem, a competição aumenta e os confrontos offshore entre as nações pesqueiras se tornam mais comuns. Países amantes de frutos do mar, como Japão e Coreia do Sul, estão sendo eliminados por frotas crescentes de Taiwan, Vietnã e, acima de tudo, China. & # XA0

A China foi responsável por cerca de 15 por cento do total de capturas globais de pesca em 2018, mais do que o total de capturas dos países de segundo e terceiro classificados juntos, de acordo com a agência de pesca da ONU. Muitos dos estoques pesqueiros mais próximos às costas da China & # x2019s entraram em colapso com a sobrepesca e a industrialização, razão pela qual o governo chinês subsidia pesadamente seus pescadores, que navegam pelo mundo em busca de novos territórios. & # XA0

As frotas pesqueiras da China foram responsáveis ​​por 50 a 70 por cento das lulas capturadas em alto mar nos últimos anos, de acordo com uma estimativa do governo chinês. Freqüentemente, esses barcos pescam ilegalmente em outros países & # x2019 águas nacionais, de acordo com uma análise não publicada da C4ADS, uma empresa de pesquisa marinha. & # XA0De acordo com outro índice publicado no ano passado por especialistas em pesca e crime global, a China tem o pior do mundo & # x2019s pontuação quando se trata de pesca ilegal, não declarada e não regulamentada.

O Mar do Japão inclui manchas de água disputadas onde os países vizinhos & # x2014 Rússia, Japão e as duas Coréias & # x2014 não se reconhecem & # x2019s fronteiras marítimas. A incursão dos chineses nesta região apenas intensificou as tensões locais. & # XA0

Os barcos de pesca chineses são notoriamente agressivos, muitas vezes armados e conhecidos por abalroar competidores ou embarcações de patrulha estrangeiras, de acordo com oficiais da Marinha dos EUA e especialistas em segurança marítima. A mídia chinesa frequentemente retrata os confrontos marítimos do país com outras nações asiáticas próximas como uma extensão dos antigos Três Reinos da China, que travaram uma feroz batalha tripla pela supremacia.

As tensões entre Seul e Pequim aumentaram em 2016 depois que um navio chinês, pescando ilegalmente em águas sul-coreanas, afundou um barco da Guarda Costeira sul-coreana. O cortador estava em águas sul-coreanas e tentava parar um navio de pesca chinês que supostamente havia sido pego pescando ilegalmente quando foi batido na retaguarda por outro navio chinês. & # XA0

Da mesma forma, ao reportar no mar para esta investigação em águas sul-coreanas, os repórteres para este artigo filmaram 10 desses navios de pesca ilegais chineses cruzando as águas norte-coreanas. No entanto, a equipe de reportagem foi forçada a desviar seu curso para evitar uma colisão depois que um dos capitães de pesca chineses de repente desviou em direção ao barco da equipe & # x2019s, chegando a 10 metros (quase 11 jardas), aparentemente em uma tentativa de afastar o barco . & # xA0

Localizados à noite e a cerca de 160 quilômetros da costa, os navios chineses de lula não respondiam às chamadas de rádio e viajavam com seus transponders desligados.

O colapso da lula

Uma espécie migratória anual, a chamada Lula voadora do Pacífico desova em águas próximas à cidade portuária de Busan, no sudeste, ou ao largo da ilha de Jeju, no extremo sul da Coreia do Sul. Eles nadam para o norte na primavera antes de voltar para o sul para seu local de nascimento entre julho e setembro. & # XA0

Em 2017 e 2018, os barcos ilegais chineses, que são normalmente cerca de 10 vezes maiores do que os barcos norte-coreanos, capturaram tanto lulas quanto o Japão e a Coreia do Sul combinados & # x2014 estimados em 160.000 toneladas, no valor de mais de $ 440 milhões anualmente, de acordo com à pesquisa publicada na revista Science Advances. & # xA0

Pesquisadores marinhos temem um colapso total desta colônia de lula, que diminuiu nas águas da Coréia do Sul e do Japão em mais de 70 por cento, desde 2003. & # XA0

A frota chinesa é a principal culpada desta queda vertiginosa porque, ao visar as águas da Coreia do Norte, esses barcos industriais estão pegando as lulas antes que cresçam o suficiente para procriar, disse Park, o cientista da Global Fishing Watch. & # XA0

Como as autoridades chinesas não divulgam suas licenças de pesca, a Global Fishing Watch disse que não há como verificar se todos os navios que entram nas águas da Coréia do Norte foram autorizados pelo governo chinês. No entanto, a organização corroborou que as embarcações eram de origem chinesa por meio de várias outras fontes de informação. & # XA0

Entre essas fontes de corroboração estavam transponder e outros tipos de registros de transmissões de rádio de oficiais da Guarda Costeira sul-coreana que rotineiramente embarcam e inspecionam navios de pesca em seu caminho para águas norte-coreanas - dados mostrando que os navios haviam partido de portos chineses ou águas estritamente limitadas a Registros de embarcações chinesas indicando o uso de equipamento distintamente do tipo chinês ou projeto de navio e informações de satélite mostrando que os navios anteriormente pescavam em águas chinesas que são rigorosamente policiadas e proibidas para navios estrangeiros. & # XA0

Todos os cerca de duas dúzias de navios de pesca que a equipe de reportagem do NBC News testemunhou rumo às águas da Coréia do Norte estavam ostentando bandeiras chinesas. & # XA0

& # x201CQuando eles vêm, eles assumem, & # x201D disse Kim Byeong Su, o governador da ilha de Ulleung, no Mar do Leste, cerca de 75 milhas a leste da Península Coreana. Um pequeno pedaço de terra pertencente à Coreia do Sul, Ulleung é o porto mais próximo dos pesqueiros norte-coreanos. & # XA0


A história da pesca

Fósseis de peixes encontrados durante escavações arqueológicas parecem mostrar que Homo habilis então Homo erectus foram os primeiros pescadores, há cerca de 500 000 anos. No entanto, a pesca provavelmente só se desenvolveu realmente após o aparecimento de Homo sapiens durante o Alto Paleolítico período entre 40.000 e 10.000 anos aC. Muito pouco se sabe sobre as diferentes práticas de pesca. Subsistência a pesca naquela época consistia em apanhar peixes manualmente ou com ferramentas rudimentares feitas de materiais naturais dos quais não havia vestígios. Teria sido praticado principalmente por populações estabelecidas perto de lagos e rios. o lança, internet, linha e haste parecem ter aparecido quase simultaneamente em Egito por volta de 3500 AC. A pesca de subsistência mudou pouco ao longo dos séculos e algumas técnicas ainda são utilizadas hoje na pesca recreativa no Ocidente.

Durante o greco-romano Antiguidade, a pesca foi o assunto principal do Halieutika, o primeiro tratado sobrevivente sobre pesca marítima escrito pelo poeta Oppian de Corycus. Os romanos eram grandes consumidores e comerciantes dos recursos da Bacia do Mediterrâneo. Eles pescavam principalmente usando diferentes tipos de redes. Desde o princípio de refrigeração ainda não havia sido desenvolvido, o peixe que não foi consumido imediatamente foi fermentado e transformado em garum, um condimento popular.

Durante o Meia idade na Europa, os senhores feudais eram donos dos rios e lagos. A pesca no rio era estritamente regulamentada e permitida para as pessoas em comunidades religiosas cujas dietas eram pontuadas por períodos de jejum. Porém, a partir de meados do século XI, a construção de lagoas desenvolvido, anunciando o início de piscicultura.

A partir do século 15, fundo do mar a pesca marítima e o comércio de pescado expandiram-se. Os holandeses formaram frotas de errantes de arenque que puxava uma longa rede de deriva e podia permanecer no mar por semanas a fio. Eles foram abastecidos com provisões por ventjagers (barcos de carga) que também trouxeram o pescado de volta à costa.

O primeiro traineiras apareceu em Grã Bretanha no século 17, mas a pesca de arrasto se expandiu rapidamente no século 19, quando as velas foram substituídas por poder do vapor. Os barcos tornaram-se maiores e mais poderosos, permitindo-lhes puxar redes largas em águas profundas. O comércio de frutos do mar se intensificou. A pequena cidade inglesa de Grimsby tornou-se um dos principais centros do comercial pesca na Europa e estava conectada por um estrada de ferro linha para Londres Billingsgate Mercado de Peixe (o maior mercado de peixe do mundo na época).

Durante as duas guerras mundiais, alguns traineiras foram adaptados para serem usados ​​para varrer embaixo da agua minas e estavam armados para proteger a frota de pescadores dos navios inimigos.

Quanto a recriacional pesca, século 18 voe a pesca foi inicialmente reservada para as classes abastadas. Gradualmente tornou-se mais acessível já que os avanços tecnológicos significavam que melhores equipamentos poderiam ser produzidos de forma relativamente barata. Para satisfazer os pescadores, espécies não nativas foram introduzidas em certas regiões, como foi o caso da truta na Austrália.


Barco de pesca, Ceilão - História

Durante o século XIX, a pesca era a única fonte de sustento para uma parcela da população que vivia na região costeira e nas margens de rios, lagos e canais da Índia.

A pesca em geral era uma profissão hereditária exercida de geração em geração, com quase todos os membros da família participando dela em vários graus. A condição socioeconômica dos pescadores era muito ruim. Os pescadores pertenciam ao estrato mais baixo da sociedade e a pesca era geralmente considerada uma das mais mesquinhas de todos os ofícios e profissões.

As contribuições anteriores para a pesca na Índia foram o estudo da fauna de peixes indiana por James Russel (1785-89), o catálogo do Dr. Buchanan Hamiltons dos peixes do Ganges publicado em 1822, Co.Alcocks achados da pesca marinha na Índia publicado em 1869, início da Indian Marine Survey Station em 1875 e o lançamento do navio de pesquisa Investigator.

O Governo da Índia (GOI) delegou o Dia do Dr.Francis para investigar os recursos de água doce do sul da Índia e, em seguida, para toda a Índia e Birmânia. O Dr. Day of Madras Medical Service, que trabalhou como cirurgião-mor com as tropas britânicas em Bengala e que atuou como Diretor Geral de Pesca da Índia em 1864, publicou dois relatórios em 1878 sobre Peixes de água doce e pesca da Índia e Birmânia e Peixes e pescas do mar da Índia. Dr.Day em seu esforço pioneiro trouxe medidas legislativas para conservar a pesca. Com base nisso, a Lei de Pesca da Índia (Ato IV de 1897) foi aprovada para toda a Índia, pela qual a dinamitação e o envenenamento de águas para matar peixes foram absolutamente proibidos. Esta lei conferiu poderes aos antigos Governos Provinciais para enquadrar regras para regular (a) a montagem e uso de motores fixos, (b) a construção de açudes, e (c) a dimensão e tipo de redes a serem usadas e o modo de usá-las e por proibir toda a pesca em águas específicas por um período não superior a dois anos. A promulgação desta Lei foi um evento importante que ocorreu na história da Pesca da Índia. Os esforços da Days também resultaram na concessão de sal isento de impostos para a cura de peixes.

PEDIDO - NO.734, RECEITA, DATADO DE 1 DE ABRIL DE 1907.

1. O Governo aceita de um modo geral as propostas de Sir F.Nicholson quanto à formação de um gabinete de pesca. Eles consideram que as nomeações que ele sugere são adequadas e podem ser criadas definitivamente com efeitos a partir de 1 de abril de 1907, sendo o salário do assistente fixado em Rs 175-5-200 por mensem. O Governo da Índia, portanto, será movido a sancionar a criação a partir dessa data das seguintes nomeações:

  • Um assistente com um salário de Rs.175-5-200 por mensem.
  • Grande número de maneiras de vôo nos tornam poderosos
  • Filiais Nacionais e Internacionais
  • Os bens serão mantidos em local seguro
  • Cliente em todo o mundo está satisfeito com isso
PEDIDO - NO. I682, RECEITA, DATADO DE 3 DE JULHO DE 1907.

Como a direção das linhas e os métodos de investigação continuarão a ser do Senhor.F. Nicholson durante os dois anos de sua futura direção do trabalho de pesca, o Governo considera que ele deve ser denominado "Diretor Honorário" em vez de "Conselheiro Honorário . "

Durante 1905, Sir Frederick Nicholson foi nomeado para um posto temporário de Oficial de Pesca e foi nomeado por um período de dois anos para investigar a indústria pesqueira na Presidência de Madras e submetido. Após a visita, ele enviou propostas ao Governo para o início de uma pequena Agência de Pesca para Madras com o objetivo de aumentar a produção pesqueira, promoção de indústrias de base pesqueira e melhoria das condições socioeconômicas dos pescadores. Ao estabelecer um Escritório de Pesca em 1907, a Presidência de Madras tornou-se a pioneira na Índia. Sir Nicholson foi nomeado Diretor Honorário do Bureau of Fisheries em 1908. Dois especialistas europeus, o Sr. Wilson Hentry.C como piscicultor e o Sr. James Homell como biólogo marinho, foram nomeados para auxiliá-lo. Esforços sérios foram feitos pelos três oficiais acima e seus sucessores para o desenvolvimento em todos os campos da pesca e o Departamento de Pesca de Madras tornou-se o precursor no desenvolvimento da pesca no país.

O Sr. James Hornell o sucedeu em 1918 como o primeiro Diretor Técnico de Pesca em tempo integral. Inicialmente, métodos de preservação de peixes, como currais de peixes, foram iniciados pelo Departamento em 01-04-1924.

Em 1907, dois cruzeiros em busca de áreas de arrasto foram realizadas pelos Srs. Hornell e Cribb quando a serviço da Ceylon Pearl Fishery Company com a traineira da companhia Violet, no decurso da qual uma extensa área de arrasto de cinco mil milhas quadradas (Wadge Bank ) ao largo de Kanyakumari e outros bancos menores adjacentes à costa de Tanjavoor foram descobertos. Além disso, pesquisa com redes de arrasto ao longo da costa do Malabar com SS Margarita em 1908, pesca ao largo de Cannanore e de Tuticorin com Sutherland e Turbinella durante 1908-11, experiências de pesca com Sea Scout durante 1922-24 e pesca exploratória com os navios Lady Nicholson, TR 8, Lady Goschen, Sea Scout e Leverett durante 1927-30 foram as primeiras atividades. Oito embarcações de pesca a motor foram utilizadas para a pesca de tubarões e como embarcação-mãe para rebocar canoas e catamarantes para o pesqueiro em 1946. A pesca experimental com linhas de mão no Wadge Bank e para peixes voadores ao largo de Nagapattinam foi realizada em 1949. Durante 1945, um especial A unidade sob o comando do Sr.EKMadhavan foi organizada no departamento de projeto e construção de pequenos barcos motorizados. Após a operação bem-sucedida do primeiro barco motorizado Ajit em Adiramapattinam em 1948, mais onze barcos foram construídos. Em centros específicos foram realizadas demonstrações de pesca com palangres, redes de emalhar de superfície e redes de cerco para barcos.

MARICULTURA:

Mr.Hornell foi o primeiro a propor o sistema de maricultura na Índia e identificou a Ilha Krusadai para a criação de fazendas de maricultura. O cultivo da ostra comestível foi contemplado pela primeira vez em 1907 e trabalhos de pesquisa foram realizados. Ele compreendeu a pesquisa do Lago Pulicat em 1908. Em 1910, alguns métodos culturais foram iniciados em Pulicat. A partir de 1921, as ostras passaram a ser comercializadas regularmente após tratamento higiênico, embora em pequena escala. Por volta de 1910-11, o Sr.Hornell começou a fornecer espécimes biológicos a várias instituições e pessoas. Um manual intitulado The Common Molluscs of South India foi publicado pelo Sr.Hornell em 1920. Em 1924-25, a identificação de espécimes biológicos marinhos e a formação de uma coleção de referência em Ennore foi iniciada. A pesquisa da pesca marinha em escala organizada na Índia foi realizada pela primeira vez na Presidência de Madras com o estabelecimento das Estações Biológicas Marinhas em Krusadi (1924), West Hill e Ennore. O Aquário Marinho de Madras foi inaugurado em 1909 como um adjunto do Museu. Foi colocado sob o controle do Departamento de Pesca apenas em 1919. O Departamento de Pesca tornou imediatamente o aquário mais atraente para o público em geral, aumentando o número e a variedade de exposições.

Pescarias de pérola e chank:

A pesca de pérola e chank eram monopólios da coroa desfrutados pelos governantes locais da região desde tempos imemoriais.

Após a independência, o GOI conseguiu a designação do especialista da FAO Dr.R.Baschieri Salvadori do Giardino Zoologica (Jardim Zoológico) de Roma para o período de novembro de 1958 a maio de 1959 para realizar a exploração subaquática de leitos de pérolas e chank no Golfo de Mannar para avaliar com precisão as condições e a população das pescarias de conchas do mar.

Pescaria de pérolas:

A pesca da pérola ocorreu em ciclo irregular. Sr. James Hornell, que foi chamado de pai da pesca de pérolas e chank da Índia e do Ceilão. Trinta e nove pescarias de pérolas ocorreram durante o período de 1663-1961. A última pescaria de pérolas foi durante 1956-61 e quase 760 milhões de ostras de pérola pinctada fucata foram colhidas nos bancos de pérolas de Tuticorin.

Cultura de pérolas:

O Sr. Hornell semeou a ideia da cultura de pérolas em 1916. A pesca de pérolas não pôde ser realizada depois de 1961 devido à escassez de ostras no leito natural. The success in production of spherical pearls was achieved by CMFRI only in 1973. the CMFRI developed a research centre for pearl culture at Tuticorin and also collaborated with the Department of Fisheries, Tamilnadu during 1973-78. The technology was scaled up for large-scale production. The TNFDC took up pearl culture on Commercial scale on joint venture. At present the pearl culture project and pearl oyster hatchery at Mandapam have been leased to a private party.

Chank Fishery:

The Tuticorin chank fishery was taken over by the State Fisheries Department from the Port Officer, Tuticorin on 01-04-1909. The chank fishery was an annual feature. Chank fishery (Xancus pyrum) was commercially important in Tamilnadu, contributing to landing of 8 to 10 lakhs a year and offering employment to about 1,000 divers during the chank fishing season (October-May in the Gulf of Mannar and from June-August in the Palk Bay, when the weather was favourable and waters were clear). The Tirunelveli (usually called the Tuticorin) chank fishery was operated departmentally under the direct departmental supervision. The divers who participated in the fishery had to take out a license for diving and surrender their collection of chanks at a price fixed by the Government. The Ramanathapuram chank fishery and the Coromandel Coast (Chingleput, South Arcot and Thanjavoor) chank fishery were leased out for a term of three or more years. At present the demand for chank has declined and there is neither departmental fishing not leasing and the chank fishing in the whole state is permitted by issue of licenses.

Sea Weeds:

During World War II, agar was needed for medical and public health work and also the banning of imports from Japan gave the impetus to look into our seaweed resources. In 1940, agar was for the first time processed in India simultaneously at the laboratory of the Scientific and Industrial Research Board, Delhi and by the Department of Reasearch of Travancore.

Introduction of exotic fishes:

The initial development in fisheries was planting high altitude streams with trout for recreational fishing by the British. The attempts by Dr.Day in 1863 and 1886 and Mr.M.Ivor in 1867 to import and stock trout in Nilgiris had failed. In 1906 Mr.Wilson obtained 100 fingerlings from Ceylon of which only 27 survived and were released in Parsons Valley stream. In 1907 be obtained ova from New Zealand and successfully hatched them. This rainbow trout (Salmo gairdneri) established well in the Nilgiris district. Tench of Doctor fish (Tincatinca) and English carp (Carassiuscarassius) were introduced from Europe into Ootacamund in 1874. Mr.Wilson introduced Gourami (Osphronemusgoramy) from Mauritius and Java into India 1916. 44 fingerlings of Mirror Carp (European Carp Cyprinuscarpio) imported from Ceylon were stocked in the Crescent pond in the Ooty Botanical Gardens in 1939. By 1943, they had bred and figerlings were available for further stocking. Tilapia mosambica was introduced into Madras Presidency in 1952. The other fishes introduced were common carp (Bangkok strain) in 1957, silver carp from Hongkong to Cuttack in 1959 and grass carp from Japan to Cuttack in 1959 and 1969.

Fish Culture:

Mr.Wilson was called the founding father of inland fisheries development in the south. In memory of him, the fish farm at Ooty was named as Wilson fish farm. The credit of establishing trout culture in the Nilgiris on a firm and scientific basis goes to Mr.Wilson. a trout hatchery at Avalanche in Nilgiris district was constructed in 1907. In 1909 a hilsa hatchery was established a Lower Anicut on the Coleroon River. Mr.Wilson succeeded in artificially fertilizing Hilsailisha eggs but the hatching was not successful. Dr.Sundara Raj took charge of the experiments in 1915.

Larvicidal Fishes:

Mr.Wilson took special initiative in breeding and supplying of larvicidal fishes for mosquito control. Ippur fish farm in Nellore district was established in 1917 mainly to breed larvicides in large numbers and distribute throughout the Presidency. In order to have extensive experiments, a fish farm at Praema near Nandyal was established in 1927.

Reservoir Fisheries:

Tamilnadu is pioneer in reservoir fisheries development. Even before the completion of the construction of the Stanley Reservoir (Mettur Dam) in 1934 pre-impoundment stocking of Catla was carried out. The cardinal principles of pre-impoundment survey, stocking, conservation and management were adopted. Every reservoir had a fish seed farm attached to it. Research work on the water quality and the productivity of the reservoirs was carried out. The evolution of Rangoon nets (vertical walled surface gill nets of different mesh size) had also its beginning in Mettur and found its way into other reservoirs.

Madras Rural Pisciculture Scheme:

Mr. K.H.Alikunhi initiated research work on inland fisheries under the ICAR sponsored Madras Rural Pisciculture Scheme in 1942 and hundreds of rural fishery demonstration ponds sprung up all over Madras Presidency. This was the first extension project translating the research findings into production programme and was the forerunner of the very successful Fish Farmers Development Agency (FFDA) scheme initiated in 1973-74 by GOI. In the mid forties, Madras Fisheries had the distinction of starting a hydrobiological station in Chetpet, Madras.

Fish curing yards:

Fish curing was an age-old industry in India, but the methods in use were generally primitive and susceptible of great improvement in regard to the flavour, appearance, cleanliness and keeping quality of the product. Fish curing yards were set up in 1874 by the Board of Revenue to provide wholesome salted fish to the public and to curb the use of salt earth by the curers. Duty free salt was supplied for curing fish within enclosures. In 1908, an experimental station was opened by the Fisheries Department at Ennorenear Chennai for conducting experiments in salting, curing and preservation of fish.

To introduce the improvements in regard to cleanliness and sanitation, proper salting and drying, six Government fish curing yards were transferred temporarily from the Salt Department to Fisheries in 1917.

Shark Liver Oil:

In Madras Presidency, the livers were brought by the fishermen to the nearest fish curing yards, where they were cleaned, washed and boiled in open tin-coated copper pans with water. The fishermen were paid from 12 to 37 paise per lb (13 to 39 nayapaise per Kg). Sixty fish curing yards on the east and west coasts had been provided with equipment for extraction of the oil and the yard officers had been given the necessary training in oil extraction.

Beche-de-mer:

An experimental holothurian curing facory was opened in 1915-16 at Tirupalaikudi in Ramanathapuram district and was continued till 1927-28. Departmental efforts in this line gave an impetus to the local merchants who undertook the curing on the same line as was conducted by the department.

Refrigeration:

Some initial experiments in refrigeration conducted by the department in 1912-13 with ice and subsequently with a small ammonia brine-freezing plant, according to the Henderson method in 1915-16 at the Chaliyam Cannery, proved that the method could be adopted with success technically. In 1918-19, a pair of twin refrigerating tanks were constructed at Tanur, to experiment in sharp freezing and in chilling of cheap fish e.g.Sardines.

Fisheries Cooperatives:

The beginning of the cooperative movement in India can be traced to the enactment of the Credit Cooperative Societies Act, 1904. The first fishermen cooperative society was organized at Malpe in South Kanara in 1913. It was considered that cooperative could be a powerful tool for the upliftment of fishermen communities. In 1918, Madras Government laid down that the development of the fishing community was the primary duty of the department and directed that the spread of cooperative methods among fisherfolk be accelerated. In recognition of the fact that the fishery officers were in the best position to supervise the cooperative work among fishermen, the officers of the Fisheries Department were invested with powers to organize the fishermen cooperative societies and to inspect the books of societies for which the Cooperative Societies Act and Rules were amended suitably. The number of fishermen cooperative societies increased from the level of 9 in 1918 rose to 195 in 1957.

Fisheries Schools:

The rate of illiteracy among fishermen was significantly very high and hence earnest efforts were taken to reduce this rate. In 1913, a special Fisheries School was started by the Fisheries Department at Tanur in the West Coast. By 1919, Government sanctioned the opening of a training institute at Calicut for the training of schoolmasters of fisheries schools and they were given special technical instruction in Fisheries. There were 30 day schools and 4 night schools for educating the fisher children freely in 1929. By 1950, there were 49 elementary and 10 higher elementary schoolswith a strength of 19,510 pupil. After the reorganization of states in 1956, there were only 3 elementary schools in Cauvery poompattinam, Sathankuppam and Alambarikuppam in Madras State.

The Director of Fisheries initiated measures for development of the pearl fishery, manufacturer of fish meal, canning of fish and fish curing yards. Thrust for experiments and research on all aspects of Fisheries was also the concern of the Director of Fisheries.

This facilitated the Department to initiate broad based socio economic development of the fishermen, collection of statistics, record of observation of fish and fishery, introduction of improved methods of capture fishery, marketing fish and fishery products. The fish curing yards (which were earlier under the control of Salt Department) also enabled the Department of Fisheries to establish contact with the coastal village as well as marine fishermen.

In sixties, the Department, this was part of the Industries and Commerce Department till then was declared as an independent department in 1965. In 1967, the Department was organized on Regional basis with the sanction of four posts of Deputy Directors of Fisheries at Chennai, Madurai, Coimbatore and Tuticorin. One more region was formed at Nagapattinam in 1976. During April 2000, the Department was reorganized on functional lines separate Assistant Directors were assigned for each of the broad based functions like Marine, Inland, Aquaculture, Research, Extension and Training, Exploratory Fisheries, Fishing Harbour Management with their jobs and responsibilities well defined. Their geographical jurisdictions were also rationalized to ensure better performance.


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There are plenty of books and things out there as well and probably pamphlets on local information. The thing to remember is that a lot of not very smart people go fishing, so the information has to be as clear as possible. As long as you are safe (wear a lifejacket! take a first aid kit!) and smart about it there's no reason to worry about being a first timer on a fishing boat.

If you're really nervous, try a couple of fishing boat charters with a captain on board and ask him or her all your questions. pleonasm February 15, 2014

@pastanaga - I've always wanted to get a used fishing boat for that reason. Fish can be so very expensive and it's difficult to find a place on the coast and near the city that isn't already swarming with fishers.

I always thought it would be cheaper to save up and spend a couple thousand on a boat and catch my own fish, but I have no idea how to use a boat or about any of the regulations or anything like that. pastanaga February 14, 2014

My stepfather has a sea fishing boat that he bought with about four or five of his friends and they take it in turns to take it out and go fishing. It's actually a fairly good investment, because I think he has made back the money several times over in the amount of fish he manages to catch each year. They keep a lot of it in the freezer to tide them over the winter when he doesn't like going out in the boat.

I mean, I don't think he actually bought it in order to save money, I think he just likes fishing.


What Is The Best Sport Fishing Boat?

"That's a loaded question." That was a common response when I started talking with United Yacht Sales brokers about what makes the best sport fishing boat and who builds it. The answers I received differed greatly, varying as a result of the experiences of the broker who had fished tournaments on particular boats, been a sportfish owner themselves, some had friendships with particular shipyards, or had previously been a captain for a sportfish owner. No matter what the interviewee's background, two things were very clear from the beginning of these conversations. One, everyone was resolute in their opinions and firmly believed that they were right. And two, there really is no best sportfishing yacht out there, but rather only the right sportfish for your particular fishing and cruising goals.

Whether or not you can determine what the best sport fishing boat is vastly depends on your opinions and tastes. Do you prefer a convertible, open express, or an enclosed bridge sportfish? Would you rather build your own custom sportfish or purchase a semi-custom production boat? Do you plan on competing in tournaments or recreationally fish with family and friends? How important are the interior living spaces and accommodations to you? And to add even more complexity to the decision, there are several luxury center-console builders who have built some incredible boats over the past several years, complete with cabins, that could easily rival a sportfish.

If you have a hundred people at a boat show "What is the best sportfishing boat made today?", you'll likely get a hundred different answers. The best advice I can give is to have a conversation with a professional yacht broker who is familiar with the different custom boat shipyards, the production sportfish builders, the current brokerage market, and has the experience running many of these different boats. United has over 175 yacht brokers worldwide and our headquarters can connect you with the perfect one that specializes in exactly what you're trying to accomplish. Call us to get started today at 1-772-463-3131 or simply fill out the form on this page.

United Yacht Broker: Greg Graham

Best Sportfishing Boat: Merritt 72' and F&S 45' for different applications. Seen below: "PISCES V", the 45' F&S.

As an avid angler around the Ocean Reef Club in Key Largo, FL since the early 80's, Greg knows what it takes to compete in the South Florida tournament circuit. While he's not out selling everything from a 136' Horizon to a 76' Mark Willis Custom Sportfish, Greg manages two sportfish boats including a 72' Merritt and a 45' F&S. "The owner of these boats literally told me to go out and find him the perfect sportfish and I knew exactly what to get," remarked Greg. "The Merritt Yacht was built for world traveling and sleeps 9 people comfortably," he continued. "You have redundant systems throughout, two water-makers, two ice-makers, a dive compressor, and a lot more. Merritt builds an incredible custom boat."

"I call the 45' F&S 'The Ferrari' of sportfish," said Greg. "This boat was designed and built for sailfish tournaments close to home. It's a walk-around style and has both a Seakeeper 9 and a 6 live-well setup." Yes, you read that correctly, 6 live-wells in a 45-footer.

United Yacht Broker: Mordy Miltz

Best Sport Fishing Boat: Garlington 61, Viking 64, and Bayliss 62 (Who said you had to choose just one?)

"Hands down, nothing rides out like a custom boat such as Garlington, Bayliss, Jarrett Bay, or a Spencer," said Mordy Miltz. "But for those owners that don't want the maintenance of a cold-molded boat, Viking Yachts would be the go-to for many reasons including consistency in the business, construction, and resale." An avid angler since the age of 19 and owner of a fishing supply company in the Northeast, Mordy got his experience fishing many of the most prestigious tournaments including the Mid-Atlantic 500, the White Marlin Open, and others. His current 46' Winter listing "FAMILY CIRCUS" is one of the hottest custom boats available on the market right now. Mordy listed his personal picks for the best sport fishing boat below:

  • Garlington Yachts 61 - "I love this boat because it is the best riding sportfish out there, in my opinion. It's an incredibly sought-after boat in its class and is almost impossible to find it under $2 million."
  • Viking 64 - "The Viking 64 is very roomy with either 3 or 4 stateroom configurations, (optional) CAT power, has great fish-ability, and versatility. You can fish tournaments or do a family cruising trip from the Caribbean to Nantucket and back, if you wanted."
  • Bayliss Boatworks 62 - "Bayliss is known for his world renown style in addition to his stunning fit and finish. He consistently produces the nicest sportfishing yachts year after year but when you meet him in person you just want to do business with him. In addition to build yachts, he also offers a full service and refit boatyard with the expertise of his builders. I had fuel issues while delivering a custom yacht that I sold a client and called him on his cell asking for his services and sent guys down there within minutes. You really can&rsquot beat the service."

United Yacht Broker: Steve Castellini

Best Sport Fishing Boat: American Custom Yachts 63 or Hatteras GT70

Steve Castellini knows production and custom sportfishing boats. In fact, he's proven himself time and time again with over 30 tournament wins including the opening year of the Mid-Atlantic 500. He's also fished Morehead City for giant Bluefin Tuna which he landed a triple header of giants including one at 700+ lbs. and two more in the 600 lbs. faixa. His knowledge and hands-on experience make him an excellent source of information for choosing the best sportfish.

"As for custom sportfish, from my personal experience I would say American Custom Yachts," said Steve. "First, you have to love the name American. Secondly, their quality of build, finish work, and performance is first class. There is beautiful styling and innovative ideas in each vessel that they build. These custom sportfish are built to fit the owners needs, particularly how they may travel and fish.

"I recall several years ago I had a client survey the 63 American 1995 called "Glory", he continued. "I was very impressed on how well she was built and maintained. To top that our sea trial was conducted out of St Lucie Inlet during a blow of 30-40kts of wind. Seas were definitely 6-10' and this boat rode around like a sports car eating it up. It was mind boggling. The captain did an amazing job at the helm showing off how well the 63 ACY ran in each direction of sea. A survey I will never forget!"

"For production boats I would say the Hatteras GT70 would rival any vessel in the water. It includes a 5-stateroom and 4-head layout with a massive salon. Outfitted with a Pipewelders tournament tower and High Seas tournament electronics package, Seakeeper, mezzanine and gigantic flybridge, this rig is exceptionally comfortable to travel and tournament fish. I recall fishing the MA500 a few years ago and told the Captain is was time to get going if we wanted to reach our spot 100 miles away before lines in. He told me to relax as we watched numerous 60-70&rsquo tournament contenders turn around after attempting to go offshore. We left on Hatterascal pointed the bow into the northeast sea of 6&rsquo plus and rode along at 33kts for 3 hours making it before lines in. Totally impressive all day long!"

United Yacht Broker: John Blumenthal

Best Sportfishing Boat: Too Many To List! John has a different take on the subject. Veja abaixo.

John's love for fishing has taken him around the world as a professional crewman and captain on marlin boats, particularly on the Great Barrier Reef. Now John has spent the last 15 years helping his clients buy and sell sportfishing boats for all different kinds of applications. John recently sold NO AGENDA, a 2018 Michael Rybovich & Sons 73, and currently has EURYBIA listed, a Jim Smith 60'. John has a different take on the answer to the question of what is the best sportfish and said his choices were "vast these days".

"Design and technology has allowed boat builders to create the best sportfishing vessels in all classes including high-end center consoles, production, and custom sportfish," he said. "There seems to be a "standard of features" buyers look for in a vessel and most are fitted-out perfectly with a Mezzanine, Omni Sonar, Seakeeper, Water-Maker, Slushy Ice Machine, and the latest technology in electronics."

"It&rsquos important to show my clients the efficiency of a vessel in speed and economy, stability and seakeeping ability. The vessel must be able to handle all types of conditions, whether you are in the traveling or fishing mode. Let&rsquos not forget the cockpit, aka our &ldquowork station&rdquo, where all the action happens. This area needs to be well laid-out for anglers and crew to go to battle. At the end of the day there are so many vessels to choose from. Do yourself a favor and &ldquohook up&rdquo with a yacht broker that has had the first-hand experience and one you can trust to guide you to find the perfect vessel."

With over 175 yacht brokers worldwide, United Yacht Sales has the largest network of boat buyers and sellers in the world. If you're looking to list and sell your yacht, we offer professional brokerage services that focus on YOUR boat. We aren't tied to new boat inventory or trade-ins we own. 100% of our marketing budget and our focus goes towards selling your boat. With nearly 1 million unique visitors each year to our website, plus the reach of our social media efforts, advertising strength with Yachtworld, and our strategic search engine marketing, we can find the right buyer for your yacht quickly. To get started with United, please use our 'What's My Yacht Worth?' form or call our main office at 1-772-463-3131.


Peabody Museum

Ceylon Daily Fishing Vessel
Acquired to the Harvard Peabody collection in 1882, this early model depicts a fishing vessel that most likely sailed within the waters of Ceylon, the island of present day Sri Lanka. The model is entirely representative of the vessel’s story. Between two and four fishermen would rise parallel to the morning sun, pulling this vessel into the water from the beach where it remained from the previous day’s work. Using paddles in combination with the single sail, the sewn boat glides across the glistening calm waves, steadied by its outboard support beam. A distinct water splash sounds the arrival of a rainbow colored school of fish whilst also launching the lax fishermen into motion, casting nets as the boat continues to move. Soon fish fill the nets, remaining in the water tied to the connecting stabilizers of the support beam until they are brought to shore to be unloaded and sold. The narrowness of the boat does not allow for much cargo of any kind, thus disallowing voyages to span more than a day, yet this is of little significance for the fishermen. These were daily fishermen and this was their vessel.

Fishing Boats of the Hawaiian Islands
The Hawaiian Islands are the most isolated archipelago in the world. The sea brought these people to Hawaii, and it also sustained them. Domestic chickens were brought to Hawaii, but that was the Hawaiian’s only significant source of terrestrial protein. The Hawaiians turned to the sea to for the rest of their sustenance.

Thousands of fishing canoes similar to the Boat Model sustained the Hawaiian Islands. They were pivotal to the economies of the islands, and fishing ports were the hubs of the islands. Canoe building was a massive enterprise that involved most of the island.

Massive Koa trees were brought down from the mountains, carved out by artisans and then woven together. Fishing and seafaring were so important to the Hawaiians that they became intertwined with the religion and spirituality of the islands. Canoes would be blessed by priests during construction.

Content of this page provided by students of Anthro 1218: Shipwrecks and Seafarers, Piracy and Plundering: An Introduction to Maritime Archaeology.


Escape from Vietnam

After the Vietnam War ended with the Fall of Saigon on 30 April 1975, more than one million refugees fled the new communist regime by one of the only routes available &ndash across open sea. Most escaped to overcrowded refugee camps in neighbouring Asian countries, where they awaited resettlement in places such as Australia, the United States and Canada. A small number &ndash 2,059 people &ndash arrived directly in Australia by boat between 1976 and 1981. Many more died trying.

Lu family on the deck of Tu Do in Darwin, 1977. Left to right: Tan Lu (in white shirt), daughters Dzung and Dao (standing and sitting on hatch) and wife Tuyet (in spotted shirt). Photograph by Michael Jensen, ANMM Collection

Thirty-year-old Tan Lu had fought with the South Vietnamese during the Vietnam War and knew that his family faced an uncertain future under the communist regime. In 1975 he pooled resources with three friends on the southern island of Phu Quoc and built a fishing boat that he called Tu Do (Freedom) specifically to escape Vietnam. In doing so he would become part of one of the largest mass migrations in modern history &ndash the exodus of the Vietnamese boat people.

Tan built Tu Do to the design of a drag-net fishing boat typical of the island region, 18.25 metres long with a mast forward and a cabin and wheelhouse aft. He initially used the boat for fishing to divert the suspicion of the authorities and to help pay for crucial supplies such as food, diesel fuel and a spare engine.

Prior to departure in September 1977 Tan staged an engine breakdown so that surveillance of Tu Do would be relaxed. He installed the more powerful replacement engine and his group of 38 passengers, including his pregnant wife Tuyet (27), daughters Dzung (6) and Dao (4), son Mo (2), and relatives, friends and neighbours, set off in the dark. The children had been given cough medicine to keep them quiet, but as they reached deeper water, a head count revealed that Dzung had been left sleeping on the shore. They returned to find her and the voyage began.

With gold and cash hidden about the vessel, Tu Do outpaced the notorious Gulf of Thailand pirates and landed in Mersing, Malaysia, where eight exhausted passengers were permitted to disembark as refugees. Tan had relatives in the United States, but after weeks of frustrating negotiations with US Immigration officials, he opted to set sail for Australia with his remaining 30 passengers. Off Flores in Indonesia they rescued another refugee boat, PK3402, which had run aground, and towed it across the Timor Sea. The boats landed near Darwin, Northern Territory, on 21 November 1977. Tan and his crew had navigated more than 6,000 kilometres using a simple compass and a map torn from the lid of a school desk. The Lu family were transferred to Wacol Migrant Hostel in Brisbane, Queensland, where Tuyet gave birth to a son, Quoc. The family was granted asylum after six months.


Tu Do
arrives in Sydney, 1990. Photograph by Jenni Carter/Australian National Maritime Museum

In 1978, while at Wacol, Tan arranged to sell Tu Do to a Darwin local, who then sold it to a Cairns man in 1985. Both owners made minor modifications to the vessel, such as removing its awning and winch, fitting rails and seating, and painting over its simple sky blue colour scheme, which Tan had originally chosen to blend into the ocean. Contudo Tu Do&rsquos hull, deck and cabin structure were still largely intact by the time the vessel arrived at the Australian National Maritime Museum in 1990.


Fishing Boat, Ceylon - History

Mark Hauptner is the founder of Ocean Master. He is one of the true pioneers of the classic Palm Beach sportfisherman and has designed, built, and raced boats for over 50 years. Among other achievements he holds 14 world records, 6 national championships and has been inducted into the American Powerboat Hall of Champions and Gulf Hall of Fame.

In 1974 Mark was busy running his Mercury engine dealership when a longtime customer voiced his frustration at being unable to find a large center console that would meet his expectations. In particular, this customer wanted a large, outboard powered center console that would be capable of making the 2,200 mile roundtrip through the Caribbean island chain. Remember this was 1974. At that time the idea of a 31 foot outboard powered center console fishing boat was considered foolish by the established marine industry.

After much thought and discussion, Mark decided the only option was to design and build the boat himself. That first boat, aptly named "The Only One," became the now legendary Ocean Master 31’. The Ocean Master 31' was the first large outboard sportfisherman built to fish well offshore and compete with the best inboard sportfisherman available.

The Large Center Console is Born

The 31’ changed the concept of outboards in the marine industry in terms of power, speed, and fishability. And of course that first boat continues to chase fish on the Palm Beach coast to this very day.

There is no corporate pressure to produce cheap, mass market boats. There is only a fanatical obsession with building boats the right way for a limited number of customers. Boats that are designed and built for offshore conditions as they exist in the real world - not magazine articles.

Ocean Master owners exhibit loyalty that is the envy of the boating industry. Sure it is impressive to note that the average Ocean Master customer has been boating for 25 years and has owned over 6 boats. But what really stands out is that such an incredibly experienced group of owners rates Ocean Master 9+ on a scale of 1 to 10.

Ocean Master continues to expand and improve an already proven product line. But what will never change is the commitment to build the highest quality, toughest sportfishing machines available. At Ocean Master there is only one thing - building boats the right way and without compromise.

“A design so perfect that it has remained in production

for over 30 years and is considered the benchmark by

which all others are judged."

Even US Navy Fishes Ocean Master

Four Ocean Master 31' boats used by the Navy as charter boats, may very well be world record holders. Operating in the treacherous waters of the Indian Ocean, much of the time in 8' to 10' close coupled waves, the Ocean Masters used by the US Navy at Diego Garcia have just surpassed 300,000 miles of use. This means that each boat has traveled the equivalent of 12 times around the world.

Master Chief Petty Officer Brian Limer, a serviceman in the Navy stationed at Diego Garcia, chartered one of the 31's up to three times a week for the year he was based at Diego Garcia. Said Brian "Until just recently, the Navy did not adhere to changing stages in weather. The captains were ordered to run the charters in all weather conditions."

Cormorano Survives the Storm

História real. One of our 31's spent 3 days getting beat up in a nasty storm in Italy - note the waves washing over the seawall. The vessel, named the Cormorano, was literally pushed under water by larger boats nearby that landed on top of it. You can't see the Cormorano in the photo because it was underneath a couple of boats that broke loose. The Cormorano took three days of relentless beating by the storm and other boats being thrown on top of it. repetidamente.

Now we're not gonna tell you it came out of the storm looking pristine. It didn't. But when the owner had it re-floated her goal was just to salvage something from the boat as a keepsake. No one thought there would be anything more than bits and pieces of the boat left - many vessels nearby were complete losses.

But amazingly, when the Cormorano was rescued she was repairable. And above are the pics to prove it. Obviously the Cormorano has a great owner!


Fishing Boat, Ceylon - History

Reynolds sailed the Kofuku Maru to the Rhio Archipelago, where she was put to work as a ferry to evacuate the hordes of refugees fleeing before the Japanese down the Malay Peninsular. As well as a human ferry she also acted as a guide ship for all the smaller boats trying to cross the Straits of Malacca.

The Kofuku Maru was more than likely the only Japanese vessel to be commanded by an Australian during WWII. She carried out her duties well and under the very noses of the advancing Japanese. Finally it was time for Bill and his new vessel to flee also.

Strafed by Japanese fighters she ran the gauntlet of the Malacca Straits and disappeared into the vast Indian Ocean. At last the Australian owned Japanese fishing boat made it to Ceylon, a little battered but still sea worthy. From there she was sent on to Bombay, India. A name change was now in order so whilst at Bombay she was given a new name which would forever become part of Australian Naval history - Krait .

Krait is the name of a tiny but extremely deadly venomous snake found on the Indian subcontinent. It would become very appropriate, for like the reptile she was named after Krait was able to strike swiftly and surely before her victim realized she was there.

At this point of time in India a plan to hit back at the all conquering Japanese was being hatched. This plan included striking at Japanese shipping at the now occupied island of Singapore. Being Japanese built and of a type very common in the waters around the former British Colony, krait seemed the perfect choice to infiltrate enemy lines. the best starting point for such an operation was Australia for the approaches to Singapore via Ceylon or India were heavily patrolled by the Japanese. So it was that bill Reynolds was ordered to sail Krait on the long and dangerous journey across the indian Ocean to Fremantle in Western Australia.

After the Singapore raid Krait was sent to Darwin to join the Lugger Maintenance Patrol of the famous Z Special Unit. At the end of WWII she was taken over by the occupation authorities at Labuan Island off British North Borneo and sold to a local trading company which for the next twenty years used her to haul timber down the jungle rivers of Borneo.

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